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Haloween

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Adoro o Halloween. O dia que o feio, o morto e o demoníaco se tornam comuns, divertidos e belos. O dia que a morte ganha toda vida do mundo. Fotografia: Fabio Teixeira Makeup: Mayara Foscolo Modelo: Luiza Uira

Encontro das Águas

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Encontro das águas Não é a primeira vez que assisto ao espetáculo de pesquisa em dança de Regina Perocini. Pode haver estranheza nas palavras “pesquisa” e “dança”, mas é disso também que se trata. A dança enquanto área de conhecimento, cria, descobre, redescobre, reorganiza e fornece novos saberes ao homem, como qualquer outra área que tradicionalmente chamamos de acadêmica. Sendo assim, este estudo, que se tornou um espetáculo, bebeu em fontes da cultura religiosa e musical brasileira e nos trouxe em forma de dança, música e performance sonora uma experiência louvável. Quando vejo algo assim lembro que não há limites para a dança. A palavra dança associa-se quase que naturalmente ao movimento, ritmo e expressão corporal. Mas não é só isso. Vi neste espetáculos formação de imagens quase arquetípicas, efeitos visuais simples e belos, efeitos acústicos e sonoros que me fizeram arrepiar, uma história pra se contar, poesia em verso e prosa, música com vozes nobres e, claro...

Double Yoga

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Prática de Yoga em Dupla, arte tântrica de busca de harmonia em todos os níveis, sejam eles físicos, espirituais, sexuais, psicológicos e relacionais.

Segurança material ou satisfação pessoal?

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Segurança material ou satisfação pessoal? O que priorizamos na hora de escolher um trabalho? A segurança de um emprego ou arriscar-se com os sonhos? Continuando o raciocínio do Vlog "É possível viver de arte?", um bate-papo sobre a tomada de decisão na hora de optar por uma ocupação, seja você artista ou não.  COMENTE ESTE VLOG. CONSTRUA CONOSCO.VAMOS JUNTOS. Videolog da bailarina Priscila Patta e do psicólogo Fabio Teixeira. Um bate-papo informal sobre arte, dança, contemporaneidade, psicologia e comportamento humano, trazendo pontos de vista diferentes sobre uma temática específica. Priscila Patta http://www.codigomovimento.blogspot.com.br Fabio Teixeira http://www.arte-psi.blogspot.com.br/

Antes do Clarim

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Veneno angustiante consome meu estômago lentamente subindo assim de instante solvendo a boca ardentemente. Cordas vocais se embaralham numa fala maculada zumbe nos ouvidos de quem ouve queima no coração de quem fala. Anjo vindo do inferno use meu cérebro agora ponha lodo em minha boca destrua a verdade sem demora. Entregue a ti está meu corpo sou seu escravo soturno em chamas malgrade minha fala em zinabre derrame meu mundo. A cobra dobra na língua que lambe o vento, quente e fugaz delinquente palavras, saindo de ti destroem a esperança de paz. O hálito do demônio muda toda a minha tez que um dia foi alegre hoje esta toda ao revez. Saia de mim, eu te imploro mentira, saia de mim antes do final dos tempos antes que Deus toque o clarim.         Fabio Teixeira

Aquarela Brasileira - Grupo Guararás

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Se a sanfona chora eu canto, canto de coração, quando a folia passa, puxando a multidão. Mão de pegar enxada, dura como uma pedra quando pega na sanfona é rosa-amarela. Voz que com gado berra, já criou calo na goela quando vem cantar folia, vai pintando uma aquarela; quando vem cantar folia vai pintando um aquarela... ----- \\ ----- Lembrei desta música, quando assisti pela terceira vez um espetáculo do Grupo de Pesquisas e Projeções Folclóricas Guararás.  O palco da apresentação foi um palco conhecido de minha infância, o cine teatro Brasil, onde me orgulho de dizer que assisti filmes como - Os trapalhões nas minas do Rei Salomão e  E.T -  compondo um palco de memórias e familiaridades aos meus olhos atentos. Nesta perspectiva familiar, o cenário montado pelo grupo era a caracterização de uma simples vila que trouxe este aconchego de algo que aconteceria logo ali no quintal da minha casa ou na praça em frente a casa de meus parentes, ...

O rabo do rato!

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O rabo do rato. (Fabio Teixeira) Shinzo mora num pequeno vilarejo, oculto dos grandes agrupamentos sociais, sons e ruídos da cidade. Para buscar suprimentos se aventura na balbúrdia dos centros com toda aquela parafernália barulhenta que o irrita profundamente. Só consegue apaziguar parcialmente seu espírito quando volta ao seu lar.  A casa de Shinzo é simples, locada à margem da pequena vila, quase na encosta de um barranco. A umidade que ali penetra pelas paredes nos dias de chuva, deixa sempre um lastro de mofo pela parede do quarto, causando em seu filho um pouco de alergia. Os cômodos são pequenos, mas confortáveis, com  tatames adquiridos de segunda mão que se  assentavam sobre uma plataforma de vime, que sempre range quando pisada. As portas de correr eram feitas de bambu e folheadas com papel de seda resistente, com ideogramas de paz e harmonia pintados à mão. É verdade que ali poderia haver a felicidade, salvas as condições que os homens ...