Friné em frente ao Areópago , 1861,Jean-Léon Gérôme. Fonte: CAVALCANTI, Ricardo C. Prostitutas da Grécia: Frinéia. Revista Brasileira de Sexualidade Humana. São Paulo, v. 1, n. 2, p. 58, 1990. Prostitutas da Grécia; Frinéia Foi Solon, o grande legislador grego, quem primeiro teve a idéia de instalar casas de meretrício na Grécia. Ele foi altamente louvado por conseguir, simultaneamente, esgotar o desejo sexual dos homens e, ainda por cima, encher os cofres do tesouro. Tudela afirma que, imaginativos, os gregos chegaram a fazer da prostituição um costume civilizado e cínico. O fato é que ela era uma profissão oficialmente reconhecida e, até certo ponto, respeitada. As casas de prostitutas, chamadas Dicterion, eram repartições públicas mantidas pelo governo, dirigidas por severos magistrados, denominados de Pornoboscion. Nada havia de desonroso na função de diretor destes estabelecimentos, nem nas atribuições dos outros funcionários públicos que ajud...
Arriscando algumas palavras sobre o seriado “13 reasons why”. “A meio caminho desta vida achei-me a errar por uma selva escura, longe da boa vida então perdida”. (Dante Alighieri) Após assistir ao filme “13 reasons why”, gostaria de escrever umas palavrinhas. Como é um tema bem polêmico, acho que vou pontuar sobre aspectos separadamente. 1 – “13 reasos why” é um filme. Achei necessário fazer esta constatação óbvia, para não tratarmos tudo do caso de Hannah como realidade. É uma obra fictícia, embora a sétima arte beba nas fontes dos acontecimentos cotidianos. Em se tratando de um filme, ou melhor dizendo, seriado, quero dizer que achei muito bom. Uma trama bem construída, com recursos de flashbacks acontecendo quase que simultaneamente com as cenas do presente, um estilo que gosto muito em filmes. Comecei a assistir à noite e tive de me disciplinar em dormir pois queria assistir todos os episódios de uma vez. Claro que havia...
De braços dados, psicologia e teatro. Uma proposta para projetos em psicologia. Psicólogos se tornando atores e interpretando peças clássicas, como Hamlet, de Shakespeare. A arte e a ciência são produtoras de conhecimento, embora formas de conhecimento diferenciados. A interpretação artística instiga tanto no ator como no público, elementos imaginativos que são provenientes parte da trama dramática, parte da própria interação com a subjetividade. A arte produz e reproduz dinâmicamente a subjetividade, construindo conhecimento a partir do imaginário. Fabio Teixeira
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