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13 Reasons Why

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Arriscando algumas palavras sobre o seriado  “13 reasons why”. “A meio caminho desta vida achei-me a errar por uma selva escura, longe da boa vida então perdida”.  (Dante Alighieri) Após assistir ao  filme “13 reasons why”, gostaria de escrever umas palavrinhas. Como é um tema bem polêmico, acho que vou pontuar sobre aspectos  separadamente. 1 – “13 reasos why” é um filme. Achei necessário  fazer esta constatação óbvia, para não tratarmos tudo do caso de Hannah como realidade. É uma obra fictícia, embora a sétima arte beba nas fontes dos acontecimentos cotidianos. Em se tratando de um filme, ou melhor dizendo, seriado, quero dizer que achei muito bom. Uma trama bem construída, com recursos de flashbacks acontecendo quase que simultaneamente com as cenas do presente, um estilo que gosto muito em filmes. Comecei a assistir à  noite e tive de me disciplinar em dormir pois queria assistir todos os episódios de uma vez. Claro que havia...

Crença

Ainda acredito na humanidade, sinto ainda esperança. No final das contas tentam tocar a felicidade mas erguem muralhas e espigões que tão altos se projetam dilaceram uniões crescem sombras no meio da cidade a alegria que ostentam a destruição que causam a dor que sustentam os afastam da promessa os separam da beleza alargam as distâncias. Só acredito na humanidade porque sendo humano ainda sinto que tudo isso está errado. Creio que muitos sentem mesmo sem saber o que fazer sem saber como agir sem saber como acompanhar tantas transformações tantas máformações. E no entanto o sentimento de absurdo o incômodo o horror infelizmente por essa via infelizmente por esse caminho talvez ocorra o resgate do bem e do amor. (Fabio Teixeira)

Haloween

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Adoro o Halloween. O dia que o feio, o morto e o demoníaco se tornam comuns, divertidos e belos. O dia que a morte ganha toda vida do mundo. Fotografia: Fabio Teixeira Makeup: Mayara Foscolo Modelo: Luiza Uira

Encontro das Águas

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Encontro das águas Não é a primeira vez que assisto ao espetáculo de pesquisa em dança de Regina Perocini. Pode haver estranheza nas palavras “pesquisa” e “dança”, mas é disso também que se trata. A dança enquanto área de conhecimento, cria, descobre, redescobre, reorganiza e fornece novos saberes ao homem, como qualquer outra área que tradicionalmente chamamos de acadêmica. Sendo assim, este estudo, que se tornou um espetáculo, bebeu em fontes da cultura religiosa e musical brasileira e nos trouxe em forma de dança, música e performance sonora uma experiência louvável. Quando vejo algo assim lembro que não há limites para a dança. A palavra dança associa-se quase que naturalmente ao movimento, ritmo e expressão corporal. Mas não é só isso. Vi neste espetáculos formação de imagens quase arquetípicas, efeitos visuais simples e belos, efeitos acústicos e sonoros que me fizeram arrepiar, uma história pra se contar, poesia em verso e prosa, música com vozes nobres e, claro...

Double Yoga

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Prática de Yoga em Dupla, arte tântrica de busca de harmonia em todos os níveis, sejam eles físicos, espirituais, sexuais, psicológicos e relacionais.

Segurança material ou satisfação pessoal?

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Segurança material ou satisfação pessoal? O que priorizamos na hora de escolher um trabalho? A segurança de um emprego ou arriscar-se com os sonhos? Continuando o raciocínio do Vlog "É possível viver de arte?", um bate-papo sobre a tomada de decisão na hora de optar por uma ocupação, seja você artista ou não.  COMENTE ESTE VLOG. CONSTRUA CONOSCO.VAMOS JUNTOS. Videolog da bailarina Priscila Patta e do psicólogo Fabio Teixeira. Um bate-papo informal sobre arte, dança, contemporaneidade, psicologia e comportamento humano, trazendo pontos de vista diferentes sobre uma temática específica. Priscila Patta http://www.codigomovimento.blogspot.com.br Fabio Teixeira http://www.arte-psi.blogspot.com.br/

Antes do Clarim

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Veneno angustiante consome meu estômago lentamente subindo assim de instante solvendo a boca ardentemente. Cordas vocais se embaralham numa fala maculada zumbe nos ouvidos de quem ouve queima no coração de quem fala. Anjo vindo do inferno use meu cérebro agora ponha lodo em minha boca destrua a verdade sem demora. Entregue a ti está meu corpo sou seu escravo soturno em chamas malgrade minha fala em zinabre derrame meu mundo. A cobra dobra na língua que lambe o vento, quente e fugaz delinquente palavras, saindo de ti destroem a esperança de paz. O hálito do demônio muda toda a minha tez que um dia foi alegre hoje esta toda ao revez. Saia de mim, eu te imploro mentira, saia de mim antes do final dos tempos antes que Deus toque o clarim.         Fabio Teixeira

Aquarela Brasileira - Grupo Guararás

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Se a sanfona chora eu canto, canto de coração, quando a folia passa, puxando a multidão. Mão de pegar enxada, dura como uma pedra quando pega na sanfona é rosa-amarela. Voz que com gado berra, já criou calo na goela quando vem cantar folia, vai pintando uma aquarela; quando vem cantar folia vai pintando um aquarela... ----- \\ ----- Lembrei desta música, quando assisti pela terceira vez um espetáculo do Grupo de Pesquisas e Projeções Folclóricas Guararás.  O palco da apresentação foi um palco conhecido de minha infância, o cine teatro Brasil, onde me orgulho de dizer que assisti filmes como - Os trapalhões nas minas do Rei Salomão e  E.T -  compondo um palco de memórias e familiaridades aos meus olhos atentos. Nesta perspectiva familiar, o cenário montado pelo grupo era a caracterização de uma simples vila que trouxe este aconchego de algo que aconteceria logo ali no quintal da minha casa ou na praça em frente a casa de meus parentes, ...

O rabo do rato!

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O rabo do rato. (Fabio Teixeira) Shinzo mora num pequeno vilarejo, oculto dos grandes agrupamentos sociais, sons e ruídos da cidade. Para buscar suprimentos se aventura na balbúrdia dos centros com toda aquela parafernália barulhenta que o irrita profundamente. Só consegue apaziguar parcialmente seu espírito quando volta ao seu lar.  A casa de Shinzo é simples, locada à margem da pequena vila, quase na encosta de um barranco. A umidade que ali penetra pelas paredes nos dias de chuva, deixa sempre um lastro de mofo pela parede do quarto, causando em seu filho um pouco de alergia. Os cômodos são pequenos, mas confortáveis, com  tatames adquiridos de segunda mão que se  assentavam sobre uma plataforma de vime, que sempre range quando pisada. As portas de correr eram feitas de bambu e folheadas com papel de seda resistente, com ideogramas de paz e harmonia pintados à mão. É verdade que ali poderia haver a felicidade, salvas as condições que os homens ...

BUKOWSKI-ME!

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Foto: Catarina Paulino BUKOWSKI-ME! (Texto livremente inspirado na poesia e prosa de Charles Bukowski: Crônica de um amor louco, Mulheres, Misto-quente, Notas de um Velho Safado, O amor é um cão dos Diabos, Textos autobiográficos & Pedaços de um caderno manchado de vinho) Dramaturgia e direção:   Cynthia Paulino Fiquei com muitas indagações após assistir “Bukowski-me” na 26 a mostra de trabalhos da Escola de Teatro PUC Minas. Somos frutos do meio que vivemos? Até que ponto nossas histórias são reflexo do ambiente à que pertencemos?  O que significa moralidade, vivendo num mundo corrompido? Como salvar nossa alma, salvar nossa pessoa de não ser objeto absoluto da construção mundana e tornar-se si mesmo?       Pensando em como alguém se torna uma pessoa, considerei algumas coisas. Primeiro que o homem nasce no mundo, não há como negar a situação fatídica de ser homem ou mulher, nascido nesta ou naquela família, naquele estado, país, naq...

O canto de Gregório

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http://escoladeteatropucminas.blogspot.com.br/ Confesso que estou com insônia. Como num paradoxo, quero dormir, estou cansado, preciso dormir mas simplesmente não é possível. Não sei se há motivos para dormir, mas também não há motivos para ficar acordado, assim como há motivos para dormir e muitos motivos para ficar acordado. Enquanto não decido em meu juri interno, o juri precisa estar acordado para decidir e por isso estou aqui, escrevendo. De forma inesperada retomei a vontade de escrever esta madrugada, e porque não dando umas palavrinhas sobre a peça "O Canto de Gregório" que assisti ontem na 25a mostra de teatro PUC Minas com a turma do segundo módulo. Uma peça que eu não conhecia e que traz essa mistura do cômico e trágico, com situações bem surreais do julgamento de Gregório acusado de assassinato. Um texto muito bacana e diga-se de passagem, bem trabalhado pelos alunos. No começo achei que estavam um pouco tensos, mas foram se soltando e ficou mui...

Oração para o futuro

Oração para o futuro. ( Fabio Teixeira ) Deus, te agradeço. Hoje ando neste chão duro E as coisas não estão exatamente como desejo. Mantendo a fé no futuro Sei que a felicidade acontecerá, eu vejo. Te agradeço pela certeza da mudança. Se te peço algo é isso: Mantenha minha esperança.

Conceito de Belo

DESVENDANDO O CÓDIGO O conceito de Belo http://www.youtube.com/watch?v=2t80aS9w1VA O que vem a ser o conceito de beleza dentro da dança, da arte, da vida. Em especial na dança do ventre mineira, como este conceito vem sendo modificado em relação à figurino, coreografias e estilo. Videolog da bailarina Priscila Patta e do psicólogo Fabio Teixeira. Um bate-papo informal sobre arte, dança, contemporaneidade, psicologia e comportamento humano, trazendo pontos de vista diferentes sobre uma temática específica. Priscila Patta http://www.codigomovimento.blogspot.com.br Fabio Teixeira http://www.arte-psi.blogspot.com.br/

Desvendando o Código: METAPLASIA - mudança indesejável.

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Desvendando o Código:  METAPLASIA - mudança indesejável.   Videolog da bailarina Priscila Patta e do psicólogo Fabio Teixeira. Um bate-papo informal sobre arte, dança, contemporaneidade, psicologia e comportamento humano, trazendo pontos de vista diferentes sobre uma temática específica. Priscila Patta http://www.codigomovimento.blogspot.com.br Fabio Teixeira http://www.arte-psi.blogspot.com.br/

Desvendando o Código

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Desvendando o Código do Movimento (Vídeo Piloto - HD) Videolog da bailarina Priscila Patta e do psicólogo Fabio Teixeira. Um bate-papo informal sobre arte, dança, contemporaneidade, psicologia e comportamento humano, trazendo pontos de vista diferentes sobre uma temática específica. Priscila Patta http://www.codigomovimento.blogspot.com.br/ Fabio Teixeira http://www.arte-psi.blogspot.com.br/

Saudade desfocada

A saudade é um sentimento desfocado. Percebi que saudade que é saudade mesmo, já está lá o tempo todo, compondo o plano de fundo da consciência, aparecendo subliminarmente junto com a presença da figura principal do desejo.  Esse desfocamento da lente perceptiva da saudade faz com que não fique claro sua presença, ficando presente na sensação e oculta aos sentidos, como uma sombra ao fundo da imagem da pessoa amada.  Mas, se a pessoa amada não está presente, o olho do coração foca o que está além, aliás, o que estava lá o tempo todo, que é a imagem criada, idealizada e manifestada do desejo. Como imagem ideal, na ausência do real, fica mais forte e intensa na medida que a pessoa concreta não aparece.  Isso pode ser bom por um tempo, mas é apenas uma imagem.  Não demora pra encontrar não, pois o bom mesmo é o foco real! Deixa a saudade lá no lugar dela, no plano de fundo compondo o cenário do desejo.